Amar, um verbo.
O amor, dentro, inerte, não cumpre o seu papel.
Ele é movimento, é ação, ou que tal, doação.
Mas compartilhar algo tão valioso, requer de nós arriscar,
Riscos esses que fazem parte do verbo Amar.
Este que prefiro conjugar no infinito, pois assim que o imaginamos:
Infinito, pois o amor, requer nada menos que isso.
Se, porventura for apenas chama, foi eterno enquanto foi.
Foi. Passado. Atrás. Ontem.
O amor amado, nunca nos deixa ilesos.
Sempre ficamos com um pedaço dele em nós.
Amor vira lembranças,
Que nos faz, um dia idosos, suspirar ao lembrar deles.
E o que é importante? Ter sido o que você deveria: você.
Mas e o agora? Guarde-o, pois, valioso é.
Amanhã? Como que aos pulmões só resta respirar,
Para o coração só resta amar.
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